DE FATO
Peço à Deus todos os dias que não me dê o dom de entender
que na vida tudo é de muito fácil juízo;
que o ser humano é simplório e constante.
Será possível não sabermos nada de nós,
se sabemos tanto dos outros?
Será tão cômoda essa forma encoberta,
mais do que ser liberto?
Será verdade não enxergarmos verdades se,
no final, admitimos sempre que estava tão claro?
Será tão inquietante o fato de que nossa vida se tornou um marasmo
e de que é preciso espreitar caminhos alheios?
Será mesmo que nada é perceptível aos nossos olhos,
a não ser que vejamos?
Francamente.
Se a sinceridade fosse uma qualidade concebível a todos,
ou entraríamos em guerra ou, simplesmente,
viveríamos a paz.
Melina Souza
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Que sejamos constantes em nossas verdades e que respeitemos o outro em suas verdades.
Um abraço apertado em todos vocês que me conhecem, mesmo que apenas por meus textos. Tenham a certeza de que eles refletem exatamente quem sou.
Agradeço por todo carinho e força de sempre!
Mel
Um comentário:
Veia poética e crítica...
Adorei!!! *-*
Parabéns amiga!
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