Ainda existe um pouco de mim dentro de algum lugar. Onde está?
Ao alto estão minhas mãos.
No início minha convicção.
E no fim meu credo.
Abaixo estão meus dedos, medos que se emaranham de dor.
Ainda há pedaços.
Precisamos nos encontrar.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
sábado, 10 de janeiro de 2009
Andei
Todas as vezes que me senti perdida, eu andei.
Andei pra que nada parecesse perto
Andei pra sentir que o vento me levava
e soprava o caminho
[quem sabe incerto.
Andei pra achar que o perdido ficou ao longe,
que nada pudesse me alcançar.
Andei sem me interessar pelo rumo.
Sem enfim, sem então.
Sem sim nem não.
Andei até sentir que a vida também anda.
Andei pra deixar pelo chão o importuno, o chato, o leso.
Aquilo que desprezo.
Andei até perceber que o perdido
é certo.
E só então senti o novo,
E entendi, afinal, que é melhor
incerto.
Andei
Mas, sempre por perto.
Andei pra que nada parecesse perto
Andei pra sentir que o vento me levava
e soprava o caminho
[quem sabe incerto.
Andei pra achar que o perdido ficou ao longe,
que nada pudesse me alcançar.
Andei sem me interessar pelo rumo.
Sem enfim, sem então.
Sem sim nem não.
Andei até sentir que a vida também anda.
Andei pra deixar pelo chão o importuno, o chato, o leso.
Aquilo que desprezo.
Andei até perceber que o perdido
é certo.
E só então senti o novo,
E entendi, afinal, que é melhor
incerto.
Andei
Mas, sempre por perto.
Melina Souza
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